quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Chuva

É impressionante o poder que a chuva tem de acalmar. Uma sensação de bem-estar interior, de serenidade, de normalidade. Gosto muito da chuva. Sobretudo se for em Agosto e eu estiver trancado a trabalhar.

terça-feira, 24 de julho de 2007

Hoje apetece-me escrever

Apetece-me escrever em todo o lado menos onde deveria fazê-lo. Confesso que até este meu pobre computador de 500 euros me está já a irritar. Mas enfim. O ideal será respirar longamente, fixar os olhos no infinito e pensar que falta pouco. O problema é que aí é que está o mal. Falta pouco. É que falta pouco tempo mas tanto para fazer... E o certo é que já não posso ver esta porcaria à minha frente. Stress, stress, stress...
Hoje à noite vou desanuviar. Espero que o resultado seja mais motivador e não uma invasão por uma letargia mole que só traz maus resultados. Mas por que raio fui eu escolher (sim, porque eu escolhi...) esta porcaria como forma de ganha-pão?? Não era melhor trabalhar com um horário louco mas... com horário? Não era preferível trabalhar 14 horas por dia sabendo que as outras 10 eram para mim? Não era melhor ter umas férias?
Sim, estou a ser melo-dramático, eu sei. Mas, que diabo, tenho de ser. Se eu não for, quem será? Vou mas é parar com isto, arregaçar as mangas e escrever umas baboseiras que ninguém vai ler. Mas havendo o risco disso acontecer, é melhor escrever qualquer coisa que se perceba... Adiante.

sexta-feira, 6 de julho de 2007

Ponto Final.

No meio do turbilhão de emoções que hoje sinto, não me sai da cabeça que hoje vestirei a batina pela última vez, olhando ternamente para um símbolo.
Símbolo de muito mais do que uma associação; símbolo de Amizades, de alegria, de pequenos momentos de verdadeira felicidade, de cultura, de conhecimento do mundo, de loucuras às 5 da manhã, de pequenos almoços no tio.
Por muito que o esperasse, estou a lidar com isto de forma menos positiva do que suspeitava.
É o dia do derradeiro adeus. Espero que seja em grande.



sexta-feira, 15 de junho de 2007

Enternecedor

Todas as adversidades à volta de uma profissão são esquecidas num único segundo. Bastou o reconhecimento de um daqueles para quem me esforço para que o ânimo regressasse. Espero continuar por muitos anos. Isto quando é bom, é muito bom.

sexta-feira, 8 de junho de 2007

Compartimentação.

Nunca advoguei a compartimentação das pessoas pelo país da sua nacionalidade. Mas abro uma excepção.

sábado, 2 de junho de 2007

Se calhar...

Se calhar não devia trabalhar aos sábados. Ou se calhar devia pura e simplesmente mudar de emprego, de cidade, de pessoas.
Tenho constantemente a sensação de que estou a perder qualquer coisa; a convicção que o melhor da vida já passou; a certeza que sou imaturo demais para o que esperam de mim. No fundo, das duas uma: ou devia ter menos 5 ou 6 anos de idade, e podia fazer tudo o que me apetece sem que me sentisse mal com isso; Ou então mudo tudo da minha vida, saio desta nostalgia latente e experimento coisas diferentes, conheço outro mundo.
Uma coisa é certa: a realidade que conhecia já não é para mim.
E chateia-me ganhar mal, chateia-me estar o dia todo agarrado a este computador, sábados incluídos, perfeitamente consciente que devo estar a fazer o trabalho que menos me realiza...
Por fim, chateiam-me ter estas neuras. Nem a mim me aturo.

quinta-feira, 31 de maio de 2007

Despedida.

Esta foi em 2005. A minha querida vice aparece a chorar com sentimento, uma despedida que se anunciava.
Faz bem fazê-lo. O que foi não volta. Mas fica para nós.

quarta-feira, 30 de maio de 2007

Aproxima-se

Hoje ao falar com uma amiga apercebi-me que está muito próximo do fim. É engraçado... queixo-me, queixo-me, que já estou velho, que já não gosto. Mas que aperto senti agora. Acho que vou sofrer um vazio imenso no "dia seguinte". Entreguei-lhe de alma coração uma parte da minha vida. Mas foi-me oferecido bem mais. É por isso triste quando chega o momento da separação.
Falta um mês. Quero aproveitá-lo da melhor forma. Espero conseguir.

sexta-feira, 11 de maio de 2007

Parar o tempo

Queria levar comigo esta memória. Por favor não ma tirem, não a estraguem. Deixem-na assim.

segunda-feira, 7 de maio de 2007

Descoberta recente

Nunca gostei de Fado de Lisboa e, por isso, nunca tive por hábito ouvi-lo. Assim, não conheço os fadistas nem sei de cor as suas letras... Sempre me pareceu uma versão popular do Fado de Coimbra, que dá primazia ao cantor e tira à guitarra a sua posição proeminente.
Ontem estava a ouvir a Antena 1 (não sei porquê... nunca a ouço...) e ouvi "Foi Deus", cantado por Amália Rodrigues. Estava distraído e nem reparei o que estava a passar (aliás, se assim não fosse, o mais provável era que tivesse mudado imediatamente de estação).
Caramba. A mulher tinha uma voz singular e única. Doce, ligeiramente roca, bonita e expressiva. Nunca tinha reparado. Foi a minha tardia descoberta (devo ter sido o último português a saber disto...): que bela voz tinha Amália.

sexta-feira, 4 de maio de 2007

É estranho...

Hoje era suposto estar eufórico e feliz. Mas é um dia vazio, de trabalho e solitário. Maus começos, bons fins. Fico à espera que o Sarau me compreenda. Por agora, resta-me o trabalho...

sexta-feira, 20 de abril de 2007

Pau para toda a obra

Agora parece que vou tratar de impostos... E depois querem que a malta estude. Mas o quê, por Deus? Pensamento positivo: antes os impostos que os romanos...

quarta-feira, 11 de abril de 2007

Férias do que se gosta.

Confesso que ando a passar uma fase em que acho que já não gosto. Já passou o tempo, já vivi muito mais, já não me revejo e já não encontro lá aqueles que me fizeram gostar tanto. Em vez de uma diversão, passou a ser um sacrifício e uma responsabilidade que não posso largar de repente.
Hoje, ao passear numa ilha de um amigo, o que ouvi fez-me lembrar o quão gosto daquilo. Inexplicavelmente, só me apetece ir para lá a correr.
É preciso férias do que se gosta para se perceber o quão se gosta.


Acompanhamento musical.

À medida que vou escrevendo a tese vou escolhendo como banda sonora de eleição o Requiem de Mozart. Será este um prenúncio queiroziano de tragédia?

segunda-feira, 9 de abril de 2007

JIAHO

Há coisas que só têm piada quando alguém percebe. É como um golo do beira-mar. Só dá gozo se connosco estiverem 2 amigões a vibrar de alegria e um outro a explodir de raiva, que fica agastado e macambúzio.
Sou mesmo feliz.

quinta-feira, 5 de abril de 2007

Amigos famosos

A fama dos meus amigos chega por todos os lados. Até por um jornal hindu...

segunda-feira, 26 de março de 2007

Estupidez


Gostava eu de saber por que razão queria tanto ter um BX...

terça-feira, 20 de março de 2007

Touchdown!

À meia noite e 30 minutos.

segunda-feira, 19 de março de 2007

Mudanças

E foi nesse dia que alguma coisa morreu. Quatro olhos tristes afastaram-se, lânguidos e sem nunca se cruzar, com a certeza de que nada seria igual a partir daí. "É melhor assim", era a sensação que perdurava no coração e na razão, quando bebiam uma da outra.
O reflexo de outras pessoas começava a delinear-se nas águas de lágrimas que paulatina mas nervosamente, foram caindo. Melhores ou piores, era das antigas pessoas que eu gostava. Agora vou gostar das novas. Tanto como das antigas, estou certo.

sábado, 17 de março de 2007

Haverá melhor?

Há alguma coisa melhor que apertar a mão de alguém, trocar olhares cúmplices e expressar o mais forte sentimento, só porque se está a ouvir uma música que, ainda que seja uma missa fúnebre, é especial?